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deathseeker25

Editores aliados à Judiciária no combate à pirataria 'online'

10 mensagens neste tópico

Recorrendo ao génio de jovens estudantes do Instituto Superior Técnico, editores e Polícia Judiciária colaboram neste momento no projecto de um novo software para monitorizar a troca ilegal de filmes através da Internet. A nova tecnologia deverá ficar pronta a usar ainda no primeiro semestre de 2006 e a ideia dos responsáveis pela iniciativa é clara "muito em breve, começaremos a fazer visitas às casas das pessoas."

A promessa parte do presidente da APEV, que é também responsável pela Federação de Editores de Vídeograma Portugueses (Fevip), entidade especialmente criada para o combate à pirataria. "As pessoas têm de perceber que esta troca ilegal de ficheiros, hoje perfeitamente institucionalizada nos hábitos, é crime punível com pena até três anos de cadeia", diz Paulo Santos.

"Estão em causa, entre outros, direitos de propriedade intelectual e esta é a maior causa de prejuízo de todo o mercado. Temos de combater isso com todas as armas ao nosso alcance." E o novo software, garante-se, será arma decisiva na guerra a um mercado negro que, segundo a "estimativa tímida" dos editores, rouba anualmente pelo menos 20% da facturação. O que significa, partindo das receitas declaradas em 2004, um mínimo de 12,5 milhões de euros.

Com a nova tecnologia, a Fevip pretende monitorar a transacção de ficheiros na Net, nomeadamente nos canais peer to peer, e a partir daí aproximar-se da origem do ficheiro. O princípio é simples o software reconstrói o trajecto que o ficheiro seguiu na Internet, percebendo todas as transacções de que foi objecto. "Quanto mais antiga for data dessa transacção, mais perto estaremos da origem, ou seja, de quem fez a cópia ilegal e a lançou na Rede", explica Paulo Santos. "E sempre que percebermos que alguém é reincidente, com certeza vamos agir."

O lado negro do mercado

Em 2004, venderam-se em Portugal 8,3 milhões de DVD. A esse número, calculam as editoras, é necessário somar pelo menos 20% em cópias ilegais transaccionadas. Contas redondas, mais 1,7 milhões de discos. Mas esse nem é o lado mais negro do imenso mercado paralelo que se alimenta da indústria cinematográfica. "É na Net que está o grosso da pirataria", garante Paulo Santos. "Com a generalização do acesso de banda larga, a transacção de filmes é cada vez mais fácil. Ainda não estamos ao nível do que acontece com a música e o Mp3. Mas quase."

Não são ainda conhecidos os números definitivos da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) - o organismo oficial a quem compete coordenar o combate a este tipo de contrafacção -, mas há já a certeza de que 2005 foi ano de recordes, tanto na avaliação que se faz sobre a dimensão do mercado ilegal como nas acções de fiscalização que sobre ele se realizaram. De acordo com o registos da Fevip, foram realizadas 311 acções de fiscalização em todo o País, de que resultou a apreensão de 237 mil cópias DVD, entre muitos outros bens. Na sequência dessas acções, elo menos 273 pessoas foram constituídas arguidas.

Fonte: Infortech United

Este é um dos temas mais controversos dos nossos tempos. Convido o Overrun a comentar este tópico visto que é um entendido no que toca a isto de P2P, condições legais, eMule, trackers e afins.

Quanto ao pessoal do IST, alguem já ouviu falar deste projecto em que a faculdade está a trabalhar?

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Nunca ouvi falar em tal coisa... e ainda quero ver os policias irem a 50% das casas portuguesas ;)

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Pah se eles conseguissem fazer isso também já o tinham feito nos países desenvolvidos como é o caso dos USA do japão e outros do genero onde a pirataria continua em alta.

Isto não passa dum metodo de Markting para o pessoal pensar que ha justiça no país, de qualquer forma no dia em que cá vierem terei uma fotografia da policia de segurança publica na feira a ver os ciganos a vender DVDs e sem fazer nada.

Quanto a cena do IST esquecem-se que eles têm mais pirataria que nós todos juntos, com aquelas TBs todos não ha proteções que resistam, o pessoal cracka aquilo tudo  ;)

essa cena de tecnologia nova que permite descubrir a origem, basta mudar a data do ficheiro e pronto.  :P

PS: logo haverão cracks para isso, se empresas como a Adobe e Macromedia não conseguem quebrar os cracks seriam mmo os caloiros do IST que iam conseguir.  ;)

Cumps. Overrun

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Recorrendo ao génio de jovens estudantes do Instituto Superior Técnico, editores e Polícia Judiciária colaboram neste momento no projecto de um novo software para monitorizar a troca ilegal de filmes através da Internet. A nova tecnologia deverá ficar pronta a usar ainda no primeiro semestre de 2006 e a ideia dos responsáveis pela iniciativa é clara "muito em breve, começaremos a fazer visitas às casas das pessoas."

E vão entupir os tribunais com mandatos de busca pois para entrarem em casa das pessoas precisam de mandatos de busca...

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Axo que vou escrever para a revista MARIA

Querida Maria, tenho um cd pirata dos D'zert em casa que o meu primo me deu. Será que vou apanhar muitos anos de cadeia?

;) ;) :P:D

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LOL...deviam estar mais preocupados com os razorbacks do que com o rapaz que vai lá sacar com umas músicas. eu sou caloiro do ist e senti-me ofendido xD

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